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• Por Alisson Santos
2026 promete ser aquele ano em que o cinema vai exigir fôlego. Não é só quantidade, é peso; diretores grandes, franquias que chegam ao limite, retornos inesperados e projetos que parecem ter sido feitos sob medida pra quem ainda acredita em sala escura, som alto e aquela sensação de sair do cinema em silêncio. Essa lista não é sobre “o que vai fazer mais dinheiro”, é sobre expectativa mesmo — ansiedade, curiosidade, medo de se decepcionar e vontade real de sentar na poltrona e ser engolido pelo filme. Alguns desses títulos eu conto os dias, outros me deixam inquieto só de imaginar. Esses são os 15 filmes que eu mais quero ver em 2026, do primeiro ao último, sem filtro e sem pose.
1° - Duna: Parte 3 (Denis Villeneuve)
Esse aqui é disparado o meu filme mais aguardado. Villeneuve transformou Duna numa experiência absurda de cinema e agora vai fechar tudo. Paul Atreides no auge do poder, guerra santa, dilemas morais… só de pensar na trilha, nos planos gigantes e naquele silêncio pesado do deserto já me arrepia.
2° - Dia D (Steven Spielberg)
Steven Spielberg voltando pra extraterrestres? É impossível não ficar ansioso. Um filme sobre a revelação da existência de vida extraterrestre e OVNIs para a humanidade, explorando o pânico, o fascínio e os dilemas morais dessa descoberta, com uma meteorologista no centro da ação e o diretor retornando ao tema alienígena de clássicos como E.T. e Contatos Imediatos do Terceiro Grau.
3° - Werwulf (Robert Eggers)
Robert Eggers fazendo um filme de lobisomem na Idade Média. Preciso dizer mais alguma coisa? O cara é obcecado por atmosfera, religião, culpa, violência e loucura. Não espero um terror fácil — espero algo sujo, cruel e perturbador. Do jeito que eu gosto. Adoro o cinema do Robert Eggers.
4° - A Rede Social 2 (Aaron Sorkin)
Eu não sou o maior fã do cinema do Aaron Sorkin, mas ainda sim eu tô MUITO curioso. Ao contrário do primeiro filme, que focou na gênese do Facebook, a continuação vai mergulhar em escândalos recentes e polêmicas que dominaram debates globais. O mundo das redes sociais hoje é muito mais tóxico, poderoso e assustador do que em 2010. Se esse filme souber capturar isso, pode ser até mais incômodo que o primeiro. Quero ver dedo na ferida.
5° - A Odisseia (Christopher Nolan)
A Odisseia é um dos poemas épicos mais antigos e influentes da literatura ocidental, escrito por Homero, que narra a longa e perigosa jornada do herói Odisseu (Ulisses) para voltar para casa após a Guerra de Troia. Ele enfrenta monstros, deuses e tentações — e seu retorno simboliza luta, identidade, perdas e transformação pessoal. Christopher Nolan já é conhecido por filmes que exploram tempo, memória e identidade. A Odisseia traz exatamente esse tipo de desafio narrativo — uma história não linear, cheia de momentos psicológicos complexos e épicos — algo que o público e os cinéfilos estão muito curiosos para ver na tela grande. Sendo bem sincero, eu não acho que o cinema do Nolan combina com essa história. O cinema dele é duro, geométrico, controlado, enquanto A Odisseia nasce do excesso, do delírio, do inexplicável. Ainda assim, estou curioso por esse filme.
6° - The Continuing Adventures of Cliff Booth (David Fincher)
Cliff Booth nas mãos do David Fincher com roteiro do Tarantino? Isso aqui me deixa animado de um jeito específico. Menos glamour, mais paranoia, mais violência seca. Brad Pitt nesse personagem de novo, mas agora num tom mais sombrio… tem tudo pra ser algo inesperado.
7° - Vingadores: Doutor Destino (Anthony e Joe Russo)
Eu tava sentindo falta de um evento da Marvel que realmente parecesse EVENTO. Doutor Destino como grande ameaça, os irmãos Russo de volta… quero escala, drama e consequências reais. Nada de filme morno — isso precisa ser gigante. Obviamente não vai me causar os sentimentos de Guerra Infinita, por exemplo, até porque o desenvolvimento dessa ameaça quase não existe na nova fase, mas estou curioso pela escala.
8° - Digger (Alejandro González Iñárritu)
Tom Cruise fazendo uma comédia ácida dirigida pelo Iñárritu (O Regresso)? Isso me deixa curioso demais. Parece aquele tipo de filme estranho, meio desconfortável, que divide opiniões — e normalmente são esses que ficam na cabeça depois.
9° - Homem-Aranha: Um Novo Dia (Destin Daniel Cretton)
Sempre vou estar animado pra um filme do Aranha, mas esse parece especial. Peter Parker num novo momento da vida, mais maduro, mais sozinho, com desafios diferentes. Quero ação, claro, mas quero drama também. Acho que vai ser facilmente o melhor filme do Homem-Aranha do Tom Holland.
10° - O Mandaloriano e Grogu (Jon Favreau)
Cara… ver o Mando e o Grogu no cinema é algo que eu realmente não achei que ia acontecer. Star Wars funciona muito bem nesse formato mais intimista, e levar isso pra telona pode ser mágico. Só espero emoção, aventura e aquele clima de faroeste espacial.
11° - Michael (Antoine Fuqua)
Esse filme tem tudo pra ser intenso. Michael Jackson é uma figura gigantesca, cheia de contradições. Se o filme não fugir das partes difíceis da vida dele, pode ser uma cinebiografia pesada e marcante. Eu tô curioso e apreensivo ao mesmo tempo.
12° - Evil Dead Burn (Sébastien Vanicek)
Evil Dead nunca falha em me deixar desconfortável — e isso é um elogio. Espero sangue, gritaria, demônios e zero piedade com o espectador. Filme pra sair do cinema meio zonzo.
13° - Cara de Barro (James Watkins)
Watkins é conhecido por trabalhos de terror e suspense como A Mulher de Preto, Eden Lake e Speak No Evil, o que sugere que o filme deve trazer uma atmosfera mais sombria e de horror corporal — algo reforçado pelo roteiro de Mike Flanagan (de A Maldição da Residência Hill e outras obras de terror) e o tom mais adulto planejado pela DC Studios. É um vilão trágico, grotesco, que sofre com a própria existência. Se abraçar o horror corporal e psicológico, pode ser uma baita surpresa da DC. Estou muito curioso.
14° - Jogos Vorazes: Amanhecer na Colheita (Francis Lawrence)
Voltar pros Jogos Vorazes sempre me deixa animado, mas esse tem algo a mais. Ver o jovem Haymitch nos Jogos mais brutais de todos promete ser pesado, cruel e desesperador. Nada de glamour — só sobrevivência.
15° - Supergirl (Craig Gillespie)
Confesso que esse eu tô curioso mais do que empolgado, não gostei muito do trailer, mas ainda assim quero ver. A Supergirl merece uma abordagem mais humana, mais dura, menos “heroína perfeita”. Se fizerem direito, pode surpreender bastante.
Quero Duna, Vingadores, A Odisseia e Homem-Aranha.
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