'Funk', de Aly Muritiba, estreia no Tribeca Film Festival 2026 e leva o ritmo das periferias brasileiras ao cenário global
| Divulgação | MDH Entretenimento |
• Por Alisson Santos
O cinema brasileiro segue ampliando sua presença no cenário internacional — e agora ganha ainda mais destaque com Funk, novo longa do diretor Aly Muritiba, que terá sua estreia mundial na Competição Internacional do Tribeca Film Festival 2026, um dos festivais mais prestigiados do circuito global.
Protagonizado por Duda Santos, o filme acompanha a trajetória de uma jovem determinada que busca conquistar seu espaço no vibrante e competitivo universo do funk brasileiro. A produção aposta em uma narrativa que mistura ambição, identidade e pertencimento, tendo como pano de fundo a potência cultural das periferias do Brasil.
A escolha para a competição internacional de Tribeca reforça o peso do projeto; o festival, realizado em Nova York, é conhecido por revelar produções autorais e dar visibilidade a obras que dialogam com questões sociais contemporâneas. A presença de Funk nessa vitrine indica não apenas o interesse global pelo gênero musical, mas também pela forma como ele traduz realidades urbanas brasileiras.
Dirigido por Aly Muritiba, cineasta já consolidado no circuito de festivais com obras como Ferrugem e Deserto Particular, o longa segue a linha de trabalhos que exploram conflitos humanos com forte carga social. Muritiba é reconhecido por sua abordagem realista e sensível, frequentemente premiada em festivais internacionais.
Já Duda Santos, que vem ganhando destaque na televisão e no cinema, assume o papel da protagonista Sabrina — uma jovem funkeira que transita entre diferentes mundos enquanto constrói sua identidade artística.
Além da jornada pessoal da personagem, o filme mergulha no universo do funk carioca, especialmente na cena dos bailes e na cultura das comunidades, explorando tensões entre o “funk raiz” e as novas vertentes mais comerciais do gênero.
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